A presidente Dilma Rousseff foi citada nominalmente 11 vezes nos depoimentos da Operação Lava Jato, segundo informou o jornal Folha de S. Paulo. As citações ocorreram nos 190 depoimentos prestados pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. De acordo com a publicação, a citação mais grave sobre a presidente teria sido sobre o uso de R$ 2 milhões em um suposto esquema de propina dentro da Petrobras que teria sido canalizado para a campanha presidencial de 2010. A citação, porém, foi foco de contradição entre os dois delatores.

Segundo Paulo Roberto Costa, ele mesmo recebeu do doleiro um pedido de R$ 2 milhões em nome do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Já o doleiro disse que a solicitação nunca ocorreu. Após análise dos depoimentos, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu não pedir a abertura de investigação sobre Dilma.

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